Confira ranking da internet móvel mais rápida do Brasil

A OpenSignal divulgou seu último relatório, referente ao mês de julho, sobre a velocidade da internet móvel no Brasil. De acordo com o levantamento, a operadora Claro “ganhou confortavelmente” no ranking de velocidade média de download atingindo 23,4 Mbps. O número chega a ser 129,6% maior que o da última colocada, a Oi.

A segunda colocada em velocidade média de download é a Vivo, com 15,6 Mbps de média. Em terceiro lugar vem a TIM com 13,9 Mbps, e a Oi com 10,2 Mbps por último.

Em upload a Claro também lidera. A OpenSignal estima uma média de 8 Mbps entre usuários da operadora. Vivo e Claro vêm em seguida, com 5,7 Mbps e 5,6 Mbps, respectivamente. A média registrada para a operadora Oi é de 4 Mbps.

O relatório também cita que usuários brasileiros tiveram melhorias ao assistir vídeos online no Brasil nos últimos seis meses. Claro e TIM são avaliadas com uma “experiência de vídeo muito boa”, com 68,7 pontos e 65,1 pontos, respectivamente. A Vivo foi classificada com 63,2 pontos, e a Oi com 56 pontos.

TIM tem a melhor cobertura

No total, a operadora Claro lidera em cinco categorias, enquanto a TIM lidera em duas. Estas duas são referentes à disponibilidade e experiência de cobertura de redes 4G. Em disponibilidade, a TIM lidera com 88,2 pontos; Vivo tem 79,5, Claro tem 79 e Oi tem 70,2 pontos. Em cobertura, a operadora lidera com 6,3 pontos, mas logo atrás tem a Vivo com 6,2 pontos. TIM e Oi marcaram 6,3 e 4,5 pontos, respectivamente.

Com jogos online, a Claro registrou 70 pontos, sendo classificada como uma experiência “justa”. TIM (59,9), Vivo (49,1) e Oi (42,1) são classificadas com experiência “fraca”.

Os dados foram coletados da base de usuários ativos da OpenSignal entre 1 de março a 29 de maio. Foram mensuradas as velocidades de 11.559.049 dispositivos.

A operadora Claro, a que mais se destacou no relatório, também foi destacada pela Anatel pelo número de reclamações nos serviços de internet banda larga NET e TIM Live. Foram 131,9 mil protocolos, ou 98,7% a mais em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 66,3 mil queixas.




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