Vistoria não interdita CT do Flamengo

Chegou ao fim sem interdição a vistoria realizada nesta terça-feira no Centro de Treinamento do Flamengo. Autoridades visitaram o local das 10h às 15h, e verificaram se a estrutura atende às exigências de segurança para a obtenção de um Certificado de Aprovação dos Bombeiros e um alvará da Prefeitura.

Além destes órgãos, o Ministério Público e Ministério Público do Trabalho estiveram no local para averiguar a situação dos alojamentos que serão usados pela base no módulo inaugurado em 2016. O módulo novo, inaugurado ano passado, também foi avaliado, assim como todas as estruturas em funcionamento no local.

A área em que os jovens morreram ficou restrita e foi acessada apenas pela perícia criminal. As demais autoridades não vistoriaram o local do incidente, apenas os arredores, onde ainda existem módulos provisórios – contêineres.

O Flamengo vai se pronunciar e informar que continua à disposição das autoridades, que devem passar um parecer sobre as pendências que precisam ser sanadas no CT.

Faxina no CT

A diretoria convocou cerca de 20 funcionários responsáveis pelo setor administrativo e de patrimônio para auxiliar na perícia feita pelo Ministério Público e outras entidades. O Corpo de Bombeiros foi o primeiro órgão a chegar ao local, seguido por Prefeitura e Ministério Público do Rio, diz o Extra.

Entre os dirigentes do Flamengo, o vice de futebol, Marcos Braz, se manifestou.

– Essa apuração interessa para todo mundo. Vamos colaborar com as autoridades e queremos esclarecer o que aconteceu – disse o dirigente à reportagem, ressaltando que está à frente da pasta há 35 dias.

O local onde o contêiner usado como alojamento pela base pegou fogo teve segurança reforçada. Também havia intensa movimentação de profissionais do dia a dia do Ninho do Urubu, com efetivo maior para limpeza das áreas que passarão por avaliação.

Próximo ao local do acidente, foi possível confirmar a existência de um gerador, que atende a parte da frente do CT, onde a base se instalava. O Flamengo alega que o curto-circuito que atingiu o ar-condicionado do alojamento se deveu a picos de luz naquela madrugada. A árvore e o poste que caíram na rua do CT ainda estavam no chão nesta terça-feira, uma semana após o temporal.

12/02/2019

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