Não é paixão, é História


CSA, em 1980. Em pé: Joca, Luizinho, Paulinho, Dick, Ronaldo Alves e Zé Luiz; agachados: Jorginho, Alberto, Peu, Leguelê, Gilmar e Castanha (massagista). (Foto: Museu dos Esportes, divulgação)

Aos que não conseguem enxergar além do que paixões iracundas numa discussão sobre futebol, um aviso: o momento é único e histórico. Portanto, é sim, queiramos ou não, um fato além de paixões e questiúnculas de província.

O CSA, pela primeira vez na história do futebol alagoano em seus mais de 100 anos de vida e de 200 anos de Alagoas, traz para Maceió uma decisão de Campeonato Brasileiro. Este é um ponto.

O outro também histórico: pode ser o time azul do bairro do Mutange, em Maceió, o primeiro campeão brasileiro da história do futebol alagoano. Pelo que acompanhamos neste sábado (14) ao vencer por 2 a 1 o Fortaleza , no Estádio Castelão, no Ceará, o clube marujo está muito perto do feito histórico.

No próximo sábado (21), às 18 horas, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, no último e decisivo jogo, veremos o que a História deixará nos escritos para as futuras gerações.

Para registro, foi o CSA ainda que se tornou o primeiro clube das Alagoas 200 anos a se tornar um finalista de Campeonato Brasileiro. O ano foi 1980, quando o time perdeu a finalíssima para o Londrina-PR, em dois jogos: 1 a 1 em Maceió e 4 a 0, em Londrina.

COMPARTILHAR
Artigo anteriorJHC cresce em pesquisa e ganha força para disputa ao governo
Próximo artigoGovernador empossa novo secretário do Desenvolvimento Econômico e Turismo nesta segunda-feira (16)
Wellington Santos
Wellington Santos milita no jornalismo desde 1994, quando iniciou a carreira como revisor do extinto O JORNAL. Daí formou-se na área pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), e teve passagens como repórter e editor em jornais como Gazeta de Alagoas (por duas vezes), A Notícia e Primeira Edição. Atualmente atua como repórter no Jornal Tribuna Independente e exerce ainda a função de assessor de Comunicação desde 2003 no Governo do Estado. Como repórter esportivo, foi correspondente e colaborou para o Portal nacional Lance! e rádios do eixo Sul/Sudeste, além de colaborar para o Canal Esporte Interativo. Como reconhecimento ao trabalho desenvolvido, foi premiado duas vezes como repórter esportivo no Prêmio Braskem de Jornalismo em 2013/2014, e em 2016 com a melhor matéria no Jornalismo Impresso na editoria Saúde. Em 2012, foi à final do Prêmio Nacional Abdias Nascimento, realizado no Rio de Janeiro, com reportagem sobre os 100 anos do Quebra de Xangô em Alagoas.