Música e futebol, um duelo de craques (PARTE 2)

O rei da música no Brasil também já bateu uma pelada, você sabia?

Os dois craques no Especial de TV em 1977

Pouca gente talvez saiba ou se lembre, mas o rei da música popular brasileira, Roberto Carlos, também já bateu uma ‘bolinha’ ao juntar o tema música e futebol em suas canções. Um exemplo disso foi que em um de seus famosos especiais de fim de ano na televisão, em 1977, para ser mais exato, o rei dedicou praticamente todo o programa para falar e cantar o futebol.

No programa, levou para o ‘campo’ craques como Pelé, Rivelino, o indomável Garrincha e assim dedicou grande parte daquele especial para entrevistar e mostrar que entendia do riscado.

Veja aqui trechos deste especial:

Como prova de que lia a alma brasileira naquilo em que o povo daqui mais gosta enquanto esporte, o rei, às vésperas da Copa do Mundo de 1986, lançou a ufanista “Verde e Amarelo”, em qual exalta as habilidades do brasileiro com a bola no pé, bom humor, entusiasmo e, por tabela, a beleza da mulher brasileira.

Aqui um pequeno trecho de sua Verde e Amarelo: “…Bom no pé, deita e rola; Ele é mesmo bom de samba e de bola; Que beleza de mulher que se vê, no meu país; É Brasil, é brazuca; Esse cara bom de papo e de cuca; ; Tiro o meu chapéu, peço bis pro meu país; Verde e amarelo, verde e amarelo (coro)…”.

Assista aqui o clip oficial desta música lançada em 1986:

Até o próximo post!!!

Wellington Santos

Wellington Santos

Wellington Santos milita no jornalismo desde 1994, quando iniciou a carreira como revisor do extinto O JORNAL. Daí formou-se na área pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), e teve passagens como repórter e editor em jornais como Gazeta de Alagoas (por duas vezes), A Notícia e Primeira Edição. Atualmente atua como repórter no Jornal Tribuna Independente e exerce ainda a função de assessor de Comunicação desde 2003 no Governo do Estado. Como repórter esportivo, foi correspondente e colaborou para o Portal nacional Lance! e rádios do eixo Sul/Sudeste, além de colaborar para o Canal Esporte Interativo. Como reconhecimento ao trabalho desenvolvido, foi premiado duas vezes como repórter esportivo no Prêmio Braskem de Jornalismo em 2013/2014, e em 2016 com a melhor matéria no Jornalismo Impresso na editoria Saúde. Em 2012, foi à final do Prêmio Nacional Abdias Nascimento, realizado no Rio de Janeiro, com reportagem sobre os 100 anos do Quebra de Xangô em Alagoas.

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