Ivete Sangalo cita gêmeas como maior realização de 2018: ‘Botei energia grande’

Com agenda cheia nessas comemorações de fim de ano, Ivete Sangalo fez um show pré-réveillon na Marina da Glória, Centro do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (28). Pelo evento, a cantora conversou com o Purepeople e fez um balanço da vida pessoal em 2018. “Aprendi que as coisas… É por que aconteceram coisas comigo, de realização, que foram importantes para mim. Do meu desejo mais íntimo. De eu ter a força de colocar essa energia de se entregar as coisas. Isso sempre vale muito a pena. O sonho dos filhos é uma coisa que botei uma energia muito grande. Mas o aprendizado é que o amor é a mola mestra de tudo”, afirma a mãe das gêmeas Marina e Helena, entregando ansiedade para agitar o Carnaval no próximo ano: “Eu não vejo a hora de voltar para aqueles palcos”.

Cantora desce do salto em show: ‘Falanges sofrem’

Durante apresentação, ela, que passou o Natal em família, substituiu o salto por uma sapatilha e brincou: “Vou tirar o salto por que mãe de três não usa salto não. E o glamour só vai até os 40, depois dos 40 as falanges sofrem. Já não sinto mais nada”. Em determinado momento do show, uma movimentação do público incomodou a artista. Era uma briga e Ivete optou por dar conselhos aos fãs. “A vida do outro não pertence à nossa vida. É preciso haver respeito nas palavras, na atitude e no pensamento. Às vezes queremos do outro o que não estamos entregando ao outro. Digo isso por que peço para que vocês respirem antes de dizer as coisas em momentos de maior emoção. Se vai dizer alguma coisa para o outro que não agrega, não diga. De um passo atrás e se pergunte: ‘Será que eu gostaria de ouvir isso do outro?’ Isso é muito difícil. É um equilíbrio que temos que buscar”, disse a mulher do nutricionista Daniel Cady, segundo o Terra.

Ivete acalma briga com conselho

Em seguida, a dona do DVD “Live Experience” continuou: “Se deixarmos essa energia negativa crescer, não sei o que será da gente. Já destruímos o planeta, matamos bichos, a gente acredita que gênero é escolha e gênero não é escolha. Precisamos aprender a respeitar o outro. Digo isso por que sei que depois de uma ação desmedida, do destempero da raiva, do ódio, vem um arrependimento gigantesco que aquela pessoa não é capaz de fazer na frieza do pensamento. Então, estamos em uma festa, celebrando, e temos motivos de sobra para estarmos felizes. Nesse exato momento crianças estão sendo mortas em uma guerra no Yemen”.

29/12/2018

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