DOS TRÊS, UM: MP apenas aponta três candidatos, MAS quem decide é Renan Filho

A decisão do novo PGJ de Alagoas será por excelência

Mesmo em meio à pandemia, a oposição contra o governador Renan Filho não deixa passar uma brecha para tentar infernizá-lo. O lance da vez é a escolha do novo chefe do Ministério Público que está nas mãos do líder do Executivo estadual.

A onda, agora, é pressionar Renan Filho a escolher o candidato que teve o maior número de votos, no caso o promotor Marcus Rômulo, que teve 94 anos. Em segundo lugar vem o procurador Márcio Roberto Tenório, com 77. Em último, o procurador Eduardo Tabares com 62.

Mas, se no final, o certo é escolher quem teve mais votos, qual a razão de haver uma lista tríplice? Independentemente do número de votos que cada, quem decide o vencedor da eleição é o governador do estado Renan Filho.

Caso Filho escolha outro candidato, além de Marcus Rômulo, o fato não será inédito. Coaracy Fonseca já foi eleito procurador-geral de Justiça mesmo não tendo o maior número de votos. Isso em 2004. À época, o governador era Luís Abílio de Sousa.




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