Corpo de quinta vítima é de mãe de bebê encontrada na BR-277, diz IML

Acidente com caminhão deixou mortos e feridos no domingo (3), no PR. Menina foi achada viva e está no hospital; pai da criança também morreu.

Caroline Fernanda Grassmann Martins e Luiz Carlos Silva morreram na BR-277.
Caroline Fernanda Grassmann Martins e Luiz Carlos Silva morreram na BR-277.

O corpo da quinta vítima fatal do acidente na BR-277, em Morretes, no litoral do Paraná, foi reconhecido como sendo o de Caroline Fernanda Grassmann Martins. Ela é mãe da bebê achada com vida no local da batida. A informação foi repassada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Paranaguá, nesta terça-feira (5). O pai da criança, Luiz Carlos Silva, também morreu na tragédia.

O acidente com um caminhão-tanque ocorreu no início da noite de domingo (3). O motorista perdeu o controle da direção e bateu contra uma mureta de proteção. O caminhão, que transportava 44 mil litros de álcool, explodiu em seguida. Outros doze veículos foram atingidos. Várias pessoas ficaram feridas.

O corpo da mãe da bebê foi reconhecido pelo sogro e segue no IML até que um parente de primeiro grau possa fazer a liberação.

Segundo a concessionária Ecovia, que administra o trecho, o corpo estava na mesma galeria pluvial onde foi encontrado o corpo do pai da criança.

Segundo testemunhas, ele conseguiu tirar a criança do carro da família. Imagens das câmeras de segurança de um restaurante mostram o momento em que ele é visto jogando fora os sapatos em chamas. Segundos depois, uma explosão acontece e ele é tragado pelas chamas.

O corpo da quinta vítima fatal do acidente na BR-277, em Morretes, no litoral do Paraná, foi reconhecido como sendo o de Caroline Fernanda Grassmann Martins. Ela é mãe da bebê achada com vida no local da batida. A informação foi repassada pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Paranaguá, nesta terça-feira (5). O pai da criança, Luiz Carlos Silva, também morreu na tragédia.

O acidente com um caminhão-tanque ocorreu no início da noite de domingo (3). O motorista perdeu o controle da direção e bateu contra uma mureta de proteção. O caminhão, que transportava 44 mil litros de álcool, explodiu em seguida. Outros doze veículos foram atingidos. Várias pessoas ficaram feridas.

O corpo da mãe da bebê foi reconhecido pelo sogro e segue no IML até que um parente de primeiro grau possa fazer a liberação.

Segundo a concessionária Ecovia, que administra o trecho, o corpo estava na mesma galeria pluvial onde foi encontrado o corpo do pai da criança.

Segundo testemunhas, ele conseguiu tirar a criança do carro da família. Imagens das câmeras de segurança de um restaurante mostram o momento em que ele é visto jogando fora os sapatos em chamas. Segundos depois, uma explosão acontece e ele é tragado pelas chamas.

O corpo dele foi encontrado na manhã de segunda-feira (4), em uma galeria, às margens da estrada. À tarde, um tio dele identificou o corpo, no IML de Paranaguá.
Já a menina, que nasceu há 18 dias, foi retirada do local e levada ao Hospital Evangélico de Curitiba. A avó materna foi até o local e a identificou. Ela está acompanhando a neta. De acordo com os médicos, a criança está bem e deve receber alta ainda esta terça.

O dentista Sérgio Schacht diz que foi ele quem pegou a criança dos braços do pai, que fugia do fogo.

“Quando eu caí no buraco, tinha um senhor ali, com uma coisa no colo. Quando eu vi, era uma criança. Ele só falava assim: ‘Filho, pega a criança’. Eu peguei. Quando eu fui pegar, ele se esmoreceu e desceu”, conta.

Aos médicos, a avó da criança confirmou que havia três pessoas dentro do carro. “No começo ela não estava achando que era com a família dela que tinha acontecido esse acidente. A filha dela, com o marido e com o bebê tinham passado do domingo lá e estavam voltando para a casa”, disse o médico Gilberto Pascolat, do Hospital Evangélico.
Os outros três mortos são Anderson Cunha, de 43 anos, seu filho, Gabriel Cunha, 12 anos, e a namorada de Anderson, Ana Carolina Novacoski, de 35 anos. Os três corpos continuam no IML de Paranaguá nesta terça-feira.

Motorista diz que sabia de falha
Em depoimento à Polícia Civil, o motorista do caminhão-tanque disse que o painel do veículo acusou a existência de uma falha nos freios. Mesmo assim, ele decidiu continuar a viagem, que resultou no acidente. De acordo com os policiais, ele está preso e deve responder por homicídio doloso, com dolo eventual, ou seja, quando o autor assume o risco de matar.

g1.globo.com

 

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