CONVERSA PRA BOI DORMIR – Bruno Toledo zomba do MP e faz discurso pra quem quiser acreditar

Família Toledo possui um rosário de crimes denunciados pelo MP

A relação entre os deputados estaduais e o Ministério Público não está na melhor forma. Em aparte ao deputado estadual Davi Maia durante a sessão de hoje, o deputado Bruno Toledo disse que a Assembleia Legislativa está querendo legalizar e trabalhar, e não tirar poder dos membros do MP.

“É necessário que promotor não queira ser deputado e deputado não queira ser promotor”, disse Toledo.

Bruno ainda afirma que estão surgindo muitos comentários de acusações levianas e críticas ao parlamento. “Um dia desses um promotor deu um tiro numa caixa de som. Só tem gente boa lá no MP? A gente precisa entender que tem boas pessoas e pessoas que não condizem com o poder que têm nas mãos. Esses promotores não querem tratar com realidade e não querem mostrar ao povo o que a Assembleia está tirando”, finalizou.

Errado não está, mas vamos olhar melhor para quem está falando.

Até um tempo atrás o deputado estadual Bruno Toledo foi acusado de calote pelo advogado Daniel dos Santos Leite. Esse processo contra o parlamentar já tramite no Judiciário alagoano. A ação cobra honorários advocatícios com danos morais, além de pedido de tutela antecipada de urgência. Toledo e Leite firmaram em junho de 2017 um contrato de prestação de serviços advocatícios, que teve como objetivo liberar um terreno no Loteamento Sambaíba, na Serraria, que havia sido penhorado pela Justiça Especializada.

O advogado também teve que deixar o imóvel a salvo de quaisquer outras medidas constritivas, oriundas de ações em desfavor da alienante Eliane Maria Siebel.

Já seu pai, o ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas Fernando Toledo, foi condenado com denúncia de improbidade administativa do Ministério Público. De acordo com denúncia do MP, o Fernando Toleto comprou para o Município um veículo de propriedade de seu filho Bruno Toledo, através de uma licitação comprovadamente montada e grosseiramente fraudada para tentar conferir ares de “legalidade” a uma imoral aquisição através de uma empresa concessionária.

Em 2019, sua mãe, Lucila Toledo teve seus bens bloqueados em ação civil pública por atos de improbidade administrativa, ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) quando era prefeita de Cajueiro. No período de 2013 a 2016 Lucila causou danos de R$ 365.784,35 ao erário, valor relativo a juros sobre empréstimos consignados, descontados dos contracheques dos servidores e não repassados à Caixa Econômica Federal (CEF). Bruno, na época do desfalque era secretário de finanças, também seus bens congelados.

Moral da história

Talvez Bruno Toledo tenha esquecido as coisas que fez, e que os crimes que ele e sua família respondem podem demorar a ser finalizados, e assim, hoje ele pode fazer belos discursos aclamando a ética e a moral. Ledo engano Deputado. A justiça, ainda que tarda, ela não falha.

Privilégios políticos possuem data de validade. Um dia eles acabam.

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