Com histórias de emoção e amor, Festival de Juninas Estilizadas tem início no São João de Arapiraca

Fotos: Fábio Ferreira – Ascom Arapiraca

No compasso da sanfona, na marcação dos passos e em cada veste eram vistas as histórias que as Juninas Estilizadas tinham pra contar.

E quem abriu o festival, do São João de Arapiraca, foi a Canarraiá, que levou para o tablado uma linda história de amor que por pouco não ficou nas encruzilhadas da vida devido a uma promessa de infância, que ocasionou no folclórico Fogo Corredor.

Mas com muito apego ao bom Deus, o casal conseguiu dar a volta por cima e celebrou um casamento com tudo o que há de melhor, espantando a maldição e abrindo, para eles, um leque de oportunidades para uma vida repleta de amores.

O sonho de dar vida aos mamulengos e bonecas de pano foi a razão de vida de um casal de apaixonados, que via na produção, a chance de um casamento rentável e feliz.

E no tablado, a Junina Dona Ciça fez valer o sentimento desses noivos, e para cada marionete um pouquinho do ardor do amor que o casal sentia.

Das malas, dos panos até a costura, e não é que na hora do sim, a ciumeira dos bonecos bateu? Mas nada que interrompesse a celebração desse matrimônio desse casal de artistas de mamulengos.

Quem planta, colhe, não adianta, a métrica é seguida e passada para frente na produção rural.

E não é que a junina Sanfona do Rei, da cidade de Atalaia, levou a sério?

Aos céus pediram a São José que mandasse chuva para a plantação, para que o milharal crescesse forte e rendesse frutos para a colheita.

Forte e vistoso, o milho rendeu um enorme banquete, capitaneado pelo delicioso cuscuz, prato de milhões e milhões de nordestinos, o bolo de casamento do casal apadrinhado por São José na noite de São João.

E tem muito mais…

Nesta sexta-feira (1°), a partir das 19h, o Lago da Perucaba receberá as Juninas Vale do Mandacaru e Tradição Junina, ambas de Arapiraca, Brilho Lunar, de Coqueiro Seco, Mestrezinho, de Rio Largo, Show Nordestino, de Marechal Deodoro, e Flor de Chita, da capital Maceió.

No sábado (2) será a vez da Renascer no Sertão e Tradição Junina, de Arapiraca, Mulher Rendeira, de Traipu, Xodó da Vila, de Aracaju – Sergipe, e Flor de Caruá, de Caruaru – Pernambuco.

E pra finalizar o festival, o complexo lagunar da Perucaba receberá, no domingo (3), as juninas Flor Nordestina, de Junqueiro, Amanhecer no Sertão e Êta São João, da capital alagoana, Origem Nordestina, de Recife – Pernambuco, Santa Fé de Alagoas, de Maceió, e Moleka 100 Vergonha, de Campina Grande – Paraíba.

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